O JornalDentistry em 2017-10-28

EDITORIAL

Um novo regulamento a não perder de vista

Nesta edição de outubro d’ O JornalDentistry, vou destacar dois artigos. O primeiro é a antevisão do Congresso Anual da Ordem dos Médicos Dentistas, este ano a realizar-se na cidade de Lisboa.

Célia Coutinho Alves, DDS, PhD, Médica Dentista Doutorada em Periodontologia, Diretora do “O JornalDentistry”

Este Congresso, que sempre foi a montra científica e comercial dos avanços técnicos e tecnológicos apresentados anualmente na área da mediina dentária em Portugal, continua a aproximar-se do clínico tornando a experiência de aprendizagem mais interativa e mais “prática”. Com as casas comerciais a fazerem uma adaptação ao mercado e a esforçaram-se por promover o contacto direto do cliente com o produto, a divulgação do mesmo é cada vez mais feita com informação/formação in loco nos stands e não só com a divulgação de conteúdos promocionais ou fichas técnicas de produtos. Deste modo, também a Expo-Dentária toma um papel cada vez mais decisivo na demonstração/ esclarecimento técnico da informação científica que se promoverá dentro das salas de conferências, e toma um lugar importante nesta parceria que, quanto a mim, é essencial, entre formador científico e promotor comercial do produto, máquina, sistema, software, instrumento, etc. 
Tenho a certeza que o facto de, de ano para ano, o tempo de programa dispensado para visita à Expo-Dentária ter vindo a aumentar é uma aposta ganha para todos: organização, expositores e visitantes. 
O outro artigo que gostaria de destacar está inserido na rúbrica de gestão e saúde e aborda as “6 informações que precisa de saber sobre o Regulamento Geral de Proteção de Dados”. 
Se é verdade que do ponto de vista científico e tecnológico em nada ficamos a dever aos nossos colegas médicos dentistas da União Europeia, a verdade é que em termos de organização e gestão de consultórios e clínicas temos muito ainda a aprender com países em que a medicina dentária é uma especialidade mais antiga e por isso também mais organizada e regulada. A regulação da nossa atividade tem vindo a sofrer um pressing muito exaustivo para se aproximar dos regulamentos europeus e este Regulamento Geral de Proteção de Dados é um exemplo disso mesmo. O paciente e os seus direitos à informação, ao esclarecimento, ao tratamento estão cada vez mais explanados na legislação e deve ser motivo de atenção por todos aqueles que se obrigam pela relação profissional e de responsabilidade deontológica a respeitá-los e a fazer prova disso. 
Desejo uma muito boa leitura e vemo-nos no Congresso da OMD!

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OJD 45 NOVEMBRO 2017

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