O JornalDentistry em 2019-7-23

ARTIGOS

A Bad Science existe (p<0.05)

A reprodutibilidade na investigação científica constitui um dos princípios fundamentais para se atestar a sua qualidade, isto é, um investigador que repita uma mesma experiência (sua ou de outro investigador) deve, em princípio, obter resultados equivalentes.

Fernando Arrobas, médico dentista, Pós-graduado em Tratamento Estatístico de Dados Quantitativos

Ora, em 2016, a revista Nature decidiu realizar um inquérito a mais de 1500 cientistas das mais diferentes áreas. A primeira pergunta do questionário era a seguinte: “Considera que existe uma crise de reprodutibilidade na produção científica atual?”. De forma surpreendente (ou não), a resposta dos investigadores foi clara: 90% dos investigadores afirmaram que “Sim”. Mais concretamente, 52% disseram que “Sim, uma crise significativa” e 38% que “Sim, uma crise ligeira”. Em seguida, quando convidados a responder se “Alguma vez tinham falhado em replicar outra experiên- cia?”, 65% dos investigadores na área da medicina responderam que “Sim”, sendo que 55% deles não tinham conseguido replicar o seu próprio trabalho. Entre os fatores que contribuíam para esta crise, no top-3 constavam “selective reporting” (preferência das revistas científicas e dos investigadores por resultados positivos em vez de negativos), “pressão para publicar” e “poucos conhecimentos de estatística”. 
 
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Artigo publicado na edição impressa e digital  de julho 2019 do "O JornalDentistry"
 
 

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