O custo é frequentemente apontado como um dos principais obstáculos à digitalização e à adoção de algoritmos de Inteligência Artificial (IA) na medicina dentária, mas a natureza desse obstáculo está a mudar.
Há um momento muito particular na vida de muitas clíni- cas em que quase tudo parece finalmente estar a correr bem. O número de utentes aumenta, entram novos profissionais, os horários começam a ficar preenchidos com mais facilidade e aquilo que começou como um projeto pequeno ganha dimensão, reputação e ritmo.
Longe de ser apenas uma promessa teórica, a IA já se consolidou como uma ferramenta clínica e de gestão quotidiana e está a avançar a um ritmo impressionante impulsionada em grande parte pela forte digitalização do setor. Outro importante fator foi a recente regulamentação europeia (nomeadamente o EU AI Act), que trouxe maior segurança jurídica aos profissionais.
Há uns dias, estava numa conferência sobre workflow digital, daquelas em que, passados dez minutos, já percebemos mais ou menos o alinhamento: scanners, softwares, inteligência artificial, workflows mais rápidos, laboratórios mais automatizados.
As mudanças neste cenário desafiam a lógica dos defensores absolutos do digital. As lojas físicas voltam a ganhar espaço e mostram algo simples: viver é mais forte do que apenas ver.
Esta semana o papa expressou as suas preocupações sobre a generalização da IA sem controlo, defendendo que a tecnologia deve servir a a dignidade humana e não substituir homem
A discussão pública sobre o Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO 203. está focada nos cheques e na carreira no Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Ao longo de um caso, entre provisório e definitivo, ouvimos com frequência: “O paciente gostou do provisório. Vamos fazer igual o definitivo.”
Desde a introdução da IA na área médica, os sistemas de diagnóstico e tratamento clínico baseados na IA têm enfrentado diversos desafios devido à sua especialização e aplicabilidade limitada.