O junho é aquele mês em que já apetece desacelerar, mas ainda não podemos. Os feriados e os dias longos convidam a pôr a energia predominantemente no lazer. E na cabeça entoa a sensação de que já merecíamos aquelas férias que vemos outros gozar.
Nunca o compromisso político valeu tão pouco. Pelo menos esse é o exemplo que nos tem chegado de fora, nomeadamente do Presidente do país que era, até pouco tempo, o guardião da ordem no mundo.
Em tempos de tanta incerteza e imprevisibilidade, o que parece mesmo certo é que a Inteligência Artificial (IA) veio para ficar. Poderemos mesmo, segundo Ricardo Conde, presidente da Agência EspacialP ortuguesa, estar próximos de uma evolução humana numa dimensão mais tecnológica do que biológica.
Escrevo este editorial no Dia Internacional da Mulher. Gosto de ser mulher. Bem sei que ter nascido mulher não tem nada de mérito meu, mas se pudesse escolher, teria escolhido nascer mulher.
Atrevo-me a dizer que vivemos numa época em que nos comparamos demasiado e demasiadas vezes. A vida exposta e expressa através do digital é, quase sempre, redutora quando não mesmo enganadora.
O mundo passou de ano, mas não de propósito. Tony Robbins, nas suas inúmeras reflexões sobre a vida e a sua cadência, vem dizer que o que mais faz sentido ao ser humano é o seu crescimento e a sua dádiva.
Dezembro é o mês do Natal e, por isso, também o mês em que mais abrimos o coração. É o mês das festas dos mais pequenos e dos presentes, dos convívios em família, dos jantares de Natal. Há quem diga que este espírito devia permanecer durante o ano inteiro.
Atrevo-me a escrever que a medicina dentária portuguesa está a precisar duma magistratura de influência.
Vivemos tempos desafiantes, em que tudo é medido e a moeda de troca são dados. Os que podem mais são os mais rápidos a analisar dados e a dar a resposta. Os mais poderosos são os que possuem mais dados, os que os conseguem medir, e sobretudo, colocá-los a interagir connosco.
Estamos de regresso! E que bom é estar de regresso! Às vezes nem percebemos o valor de estar de volta. Das coisas estarem no mesmo lugar. À nossa espera. Claro que o recomeço pós-férias traz sempre novos desafios - às vezes reajustes, repensar estratégias, investimentos. Mas poder voltar a “casa”, ao porto seguro, torna o valor da “viagem” ainda mais compensador.