JornalDentistry em 2025-7-17
Num setor cada vez mais digital, em que registos clínicos, faturação e comunicação com pacientes passam por sistemas informáticos, proteger as clínicas dentárias de ciberataques deixou de ser opcional. Há muito em jogo: desde a reputação até à continuidade do negócio.
Em 2023, mais de 90% das organizações de saúde sofreram ciberataques e quase 70% dessas situações resultaram em interrupções nos serviços clínicos, segundo o relatório Cyber Insecurity in Healthcare. Mais grave ainda: 28% das entidades afetadas reportaram impacto direto na mortalidade dos pacientes. Embora os números mais mediáticos envolvam hospitais ou grandes sistemas de saúde, as clínicas dentárias não estão imunes. Antes pelo contrário, já que os hackers veem estas unidades mais pequenas como alvos fáceis, muitas vezes desprotegidos e com dados altamente valiosos: desde nomes, datas de nascimento e moradas, até informação bancária e históricos médicos.
Para lidar com este risco, o especialista britânico Arun Mehra compilou um plano de ação com medidas concretas. O objetivo é minimizar a vulnerabilidade digital das clínicas dentárias e garantir uma resposta eficaz caso o pior aconteça.
Reunindo a melhor informação disponível e a perspetiva dosespecialistas em cibersegurança, OJornalDentistry sistematições práticas para começar a aplicar desde já.
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— Artigo clínico publicado na edição de julho de 2025 do "O JornalDentistry" em versão impressa e digital interativa
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A integração da Inteligência Artificial (IA) na medicina dentária na União Europeia.